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“Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais.” — Jeremias 29:11

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Por Redacção Angola No Ar

CPLP debate crise na Guiné-Bissau e escolha da próxima presidência

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) está a debater a crise política na Guiné-Bissau e o processo de escolha da sua próxima presidência, segundo o Correio da Kianda. O local e a data da reunião não foram especificados na fonte.

Sala de reuniões vazia com bandeiras dos países da CPLP sobre uma mesa, luz natural a entrar por janelas amplas, estilo fotojornalístico sem pessoas identificáveis
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A CPLP é uma organização internacional que reúne nove países onde o português é língua oficial, incluindo Angola, Brasil, Portugal e Guiné-Bissau. Criada em 1996, tem como objetivo promover a cooperação política, diplomática, econômica e cultural entre os seus membros. A organização também atua como espaço de diálogo para questões regionais e internacionais.

Na Guiné-Bissau, o país tem enfrentado períodos de instabilidade política desde a independência em 1974, com sucessivos golpes de Estado e mudanças frequentes de governo. A atual crise refere-se a disputas entre o Presidente da República e o Parlamento, que têm dificultado a aprovação de reformas e o funcionamento normal das instituições.

A CPLP tem acompanhado a situação guineense através de missões de observação e apelos ao respeito da ordem constitucional. Em encontros anteriores, o bloco já tinha incentivado o diálogo entre as partes envolvidas como forma de evitar o agravamento da tensão.

Quanto à presidência da CPLP, o cargo rotaciona entre os Estados-membros a cada dois anos, sendo responsável por representar a organização em fóruns internacionais e coordenar as suas atividades. A escolha do próximo presidente costuma ser definida nas cimeiras de chefes de Estado e de Governo do bloco.

Na atual discussão, os Estados-membros estão a analisar quais as condições necessárias para garantir uma transição suave e legitima, tendo em conta tanto a crise guineense quanto o calendário de rotação estabelecido. Ainda não foi divulgado nenhum nome oficial para o próximo mandato.

Fonte: Correio da Kianda

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