UNICEF alerta: Angola tem alta taxa de crianças não vacinadas
O UNICEF divulgou um relatório que coloca Angola entre os países da África Austral e Oriental com a maior proporção de crianças não vacinadas. O estudo, publicado recentemente, destaca a situação de vulnerabilidade na cobertura vacinal infantil no país. As autoridades de saúde são chamadas a adotar medidas para reverter esse quadro.

Angola destaca‑se no panorama da vacinação infantil
O relatório do UNICEF aponta que Angola figura entre as nações da África Austral e Oriental com a maior percentagem de crianças que ainda não receberam vacinas básicas. O documento baseia‑se em dados de saúde coletados nos últimos anos.
Por que a cobertura vacinal permanece baixa?
Segundo a agência, fatores como a escassez de unidades de saúde em áreas rurais, dificuldades logísticas na distribuição de vacinas e a falta de informação adequada à população contribuem para o baixo índice de imunização. Além disso, a desconfiança gerada por rumores sobre a segurança das vacinas tem limitado a procura pelos serviços de saúde.
Recomendações do UNICEF para melhorar a situação
A organização recomenda o reforço das infraestruturas de saúde, a capacitação de agentes comunitários e a realização de campanhas de sensibilização que utilizem linguagens locais. Também sugere parcerias com organizações não governamentais para alcançar comunidades isoladas e garantir a cadeia de frio das vacinas.
Impactos potenciais e próximos passos
A baixa taxa de vacinação aumenta o risco de surtos de doenças evitáveis, como sarampo e poliomielite, que podem sobrecarregar o sistema de saúde. O Ministério da Saúde de Angola já sinalizou a intenção de intensificar as campanhas de imunização e de colaborar estreitamente com o UNICEF para implementar as medidas propostas.
O que esperar nos próximos meses
A comunidade internacional acompanha de perto a evolução dos indicadores de vacinação em Angola. Se as ações recomendadas forem adotadas, espera‑se uma melhoria gradual na cobertura vacinal, reduzindo a vulnerabilidade das crianças angolanas a doenças evitáveis.
Fonte: Google News (Angola)
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