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“Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais.” — Jeremias 29:11

Economia
Por Redacção Angola No Ar

Economista pede gestão normal das receitas do PROPRIV

O economista José Lumbo defendeu que as receitas do Programa de Privatizações (PROPRIV) sejam integradas nos fundos públicos como qualquer outra receita do Estado. O especialista reagiu ao recorde de 1,58 biliões de kwanzas arrecadados pelo programa, destacando a importância de uma administração transparente dos valores.

Ilustração de um programa de privatizações em Angola, com documentos financeiros sobre uma secretária e um edifício governamental ao fundo
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José Lumbo, economista angolano, salientou que o montante recorde alcançado pelo PROPRIV — 1,58 biliões de kwanzas — demonstra a capacidade do país em atrair investimento privado. No entanto, o analista alertou para a necessidade de uma gestão rigorosa dos recursos provenientes das privatizações.

O especialista considerou que as receitas do programa devem ser tratadas como fundos normais do Estado, sem privilégios ou tratamentos especiais. "Angola precisa de mostrar que consegue gerir estes recursos com transparência e eficiência", afirmou.

O PROPRIV, criado para acelerar o processo de privatizações em Angola, já ultrapassou a marca de 1 bilião de kwanzas em receitas. O programa abrange a venda de participações em empresas estatais e a concessão de serviços públicos a privados.

Lumbo sublinhou que a gestão criteriosa dos valores é fundamental para evitar desperdícios e garantir que os benefícios cheguem à população. "Estes fundos devem ser usados para reduzir a dívida pública ou investir em sectores estratégicos", defendeu.

O economista reconheceu os avanços do programa, mas insistiu na importância de um controlo rigoroso para evitar desvios ou má aplicação dos recursos.

Fonte: Correio da Kianda

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