Defesa nega declarações de Higino Carneiro sobre processo eleitoral
A defesa do general Higino Carneiro desmentiu recentes rumores postos a circular nas redes sociais sobre o processo eleitoral de 2017 em Angola. As alegações sugeriam que o antigo governante teria envolvido a Comissão Nacional Eleitoral durante um interrogatório na Procuradoria-Geral da República.

Informações difundidas na internet alegavam que o general teria aconselhado os procuradores a ouvir a antiga porta-voz da Comissão Nacional Eleitoral, Júlia Ferreira. O objetivo seria clarificar os factos relativos ao anúncio da vitória do Presidente João Lourenço nas eleições gerais de 2017.
Em resposta aos rumores, a equipa jurídica de Higino Carneiro esclareceu que tais afirmações não correspondem à verdade. A defesa sublinhou a necessidade de analisar factos comprovados em vez de especulações sem fundamento legal divulgadas nas plataformas digitais.
A circulação destas notícias falsas voltou a acender o debate sobre a transparência do processo eleitoral no país. Especialistas e juristas relembram que a estabilidade democrática depende fortemente da credibilidade e integridade das instituições públicas.
O impacto destas narrativas demonstra a sensibilidade pública em torno da gestão eleitoral angolana. Para os observadores políticos, garantir o rigor na informação e o respeito pelo Estado de direito é fundamental para manter a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado.
Fonte: Google News (Angola)
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