China domina tecnologia no Mundial de futebol sem jogar
Mesmo sem qualificar a sua selecção para o Campeonato do Mundo, a China assumiu uma posição de destaque na prova através da tecnologia e da produção industrial. A presença asiática foi determinante no suporte digital e no fornecimento de equipamentos para a competição realizada na América do Norte.

A gigante tecnológica Lenovo destacou-se como parceira oficial da Federação Internacional de Futebol (FIFA). A empresa desdobrou mais de 17 mil dispositivos com inteligência artificial e enviou 350 engenheiros para apoiar os 16 estádios localizados nos Estados Unidos, Canadá e México.
Além do suporte informático geral, a infra-estrutura chinesa forneceu ferramentas de análise táctica para as equipas técnicas. Os sistemas avançados permitiram gerar modelos digitais a três dimensões dos atletas e emitir alertas automáticos de fora de jogo durante as partidas.
No sector da arbitragem, os ecrãs de alta definição da fabricante Hisense foram utilizados na sala do árbitro assistente de vídeo (VAR). Os árbitros recorreram a esta tecnologia de precisão visual para analisar golos, faltas para grande penalidade e cartões vermelhos em momentos decisivos.
A força da indústria chinesa ficou também visível na infra-estrutura física e nos artigos do torneio. A cidade de Yiwu, conhecida como um dos maiores centros de comércio por grosso do mundo, liderou o fabrico de bolas oficiais, camisolas, bandeiras e sistemas de refrigeração para os recintos desportivos. A China é actualmente responsável por cerca de 30% de toda a produção industrial do planeta.
Fonte: AllAfrica
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